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Como a gestão de RH pode ajudar na transição para o eSocial

Depois de diversas mudanças de prazo, agora é para valer: no segundo semestre de 2016 começa a implementação obrigatória do eSocial. O novo sistema do governo federal vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação a seus empregados, com o objetivo de facilitar a fiscalização. Com a nova norma, as empresas terão de repassar suas informações de maneira eletrônica, unificada e dentro do prazo estipulado.

Caso não haja um planejamento cuidadoso, a mudança pode gerar grande impacto no dia a dia das empresas, em especial para a área de Recursos Humanos. Todos os processos de atividades ligadas ao RH — como folha de pagamento, admissão, demissão, dados sobre medicina do trabalho e outros — terão de ser levantados e consolidados de acordo com as normas do eSocial para que possam ser transmitidos eletronicamente ao governo. “Cerca de 70% das informações do eSocial vêm da folha de pagamento”, comenta Arnaldo Cosin, CEO da CServices.

Como facilitar a adaptação ao eSocial

Com o eSocial, as funções do departamento pessoal continuarão basicamente as mesmas, mas a forma de trabalho terá grandes mudanças. “A operação da folha de pagamento é a mesma. As rotinas básicas de quem mexe no departamento pessoal não serão modificadas. O que vai mudar são as datas para fechar as informações para transmitir para o eSocial”, explica Edner Dreer, da CServices. Além disso, a forma de envio e o nível de detalhamento de determinados dados também mudam.

Arnaldo Cosin sugere que as empresas façam algumas perguntas para saber se estão preparadas para a mudança: “Você sabe quais são, hoje, seus gaps de informações? Seu sistema está pronto ou ficará pronto para enviar essas informações? Você tem processos garantidos para enviar informações que até hoje não são automáticas, como medicina do trabalho?”.

Para as empresas que não têm essas respostas na ponta da língua, uma das soluções para tornar menos penosa a adaptação ao eSocial é a terceirização da folha de pagamento. Quando terceiriza, a companhia não precisa se preocupar em aprender as novas regras — basta enviar as informações necessárias dentro do prazo.

“Se a empresa faz o processamento de folha dentro de casa sem especialização, sem um sistema bem controlado, o potencial de erros é grande. Terceirizando, esse risco é menor”, comenta Cosin.

Interessado? Entre em contato com a CServices.

Publicado em: 28/01/2016