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Empresas brasileiras investem mais em treinamentos em 2016

As empresas brasileiras estão investindo mais em programas de treinamento e desenvolvimento (T&D) para seus funcionários em 2016. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), confirmando a crescente importância da área de Recursos Humanos nos negócios. Foram consultadas 502 empresas, com média de 2.707 colaboradores.
 
De acordo com o levantamento, volume de horas de treinamento por colaborador no Brasil foi 33% superior ao registrado no ano anterior, subindo de 16,6 horas para 22 horas, em média. “Os dados evidenciam a preocupação de algumas empresas em qualificar suas equipes em momentos desafiadores do mercado, com o objetivo de ter um time mais competitivo para o momento de melhora da situação ou para ganhar em desempenho”, analisou o estudo. Curiosamente, companhias multinacionais realizaram neste ano cargas de treinamentos 38% superiores às nacionais.
 
A média de investimento anual em T&D por colaborador foi de R$ 624 – um aumento de 24% sobre o ano de 2015. Ainda assim, a média brasileira se mantém abaixo da norte-americana, que é de U$ 1.229 por funcionário. Fazendo um recorte por setor, observou-se que a indústria e administração pública investem, respectivamente, 25% e 80% menos por colaborador do que a média nacional.
 
Para verificar a efetividade dos treinamentos, são necessários indicadores que reflitam os impactos da ação no negócio. No Brasil, apontou a pesquisa, o principal indicador utilizado é o de pesquisa de clima, que afere mudanças no clima organizacional das empresas. 
 
Terceirização abre caminho para o RH estratégico
 
As empresas brasileiras têm, em média, cinco profissionais de T&D em suas equipes, número que vem se mantendo constante nos últimos anos. Em média, cada profissional de T&D gerencia cerca de 8.500 horas de treinamento e desenvolvimento.
 
O aumento da demanda por treinamentos, no entanto, não foi acompanhado pela contratação de mais profissionais especializados. Assim, as equipes de treinamento e desenvolvimento vêm acumulando mais trabalho. Diante dessa tendência, os pesquisadores concluíram a necessidade de os departamentos de RH operarem de maneira mais estratégica. “Há um inevitável movimento de delegar ou terceirizar as atividades operacionais para, então, crescer e ganhar relevância nas atividades estratégicas de gestão, metodologias e efetividade da área”, diz o estudo da ABTD.
 
Ao terceirizar operações, como o processamento de folha de pagamentos, os profissionais de RH podem se dedicar a desenvolver novas competências na área, como planejamento estratégico, gestão de talentos e sucessão.
 
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Publicado em: 14/12/2016