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O que as empresas já podem fazer para se adequar ao eSocial

Embora a data exata para a implementação do eSocial esteja pendente de confirmação pelo governo, estima-se que ainda neste ano o sistema esteja em funcionamento para as empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014 — e no início de 2017 para as demais. Assim, as companhias precisam correr contra o relógio para se adequarem às novas exigências, padronizando as informações da folha de pagamento e os dados trabalhistas, além de se
prepararem para respeitar os prazos definidos pelo eSocial.

Padronizar é fundamental

As empresas que não forem rigorosas na padronização das informações correm o risco de serem autuadas por órgãos do governo. “O importante é que as informações cheguem da mesma maneira em todas as fontes. Esse é o primeiro passo que as empresas precisam tomar para se adequar ao eSocial”, alerta Diego Rocha, da CServices. 

Ele aponta que, em um levantamento feito junto a um cliente da CServices, foram encontradas muitas divergências entre as bases de dados do governo e os documentos internos da empresa. Descobriu-se que 43% dos trabalhadores tinham divergências cadastrais em relação ao endereço e 13% tinham inconsistências no número do CPF. 

Qualificação cadastral

Para que a transição para o eSocial seja encarada com tranquilidade, a CServices vem fazendo o serviço de qualificação cadastral com todos os clientes. Além de apontar as divergências entre a base de dados da empresa e as do governo, a CServices também fornece orientação sobre como agir para sanar cada problema específico. “Não é algo que as empresas de terceirização de folha costumam fazer, mas é um diferencial que temos oferecido a nossos clientes”, diz Diego. 

Ele aponta que empresas com um departamento de RH reduzido não podem deslocar um funcionário apenas para fazer a qualificação cadastral — um processo trabalhoso que demanda muito tempo. Por isso, a terceirização desse serviço acaba sendo uma alternativa muito positiva. “Nós entregamos todos os dados prontos, apontando as inconsistências que encontramos. Ao longo do tempo, faremos verificações periódicas para analisarmos se as inconsistências foram mantidas ou sanadas.” 

Segurança do trabalho requer atenção especial

Para Alexandre Sgarbi, da CServices, as informações relativas ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) têm o potencial de causar grande dor de cabeça quando o eSocial entrar em vigor. De acordo com ele, esse é o setor menos definido e padronizado dentro das empresas. 

“Atualmente, quando há o afastamento de um funcionário, não há clareza de quem é o responsável por cuidar dessa informação. Em algumas empresas, o gestor é responsável por receber o atestado e passá-lo adiante; há companhias em que o funcionário deve comparecer ao RH; em outras, há um departamento específico para tratar da área de segurança.” 

Hoje, os atestados médicos costumam ficar arquivados para um eventual uso futuro. Mas, a partir da implementação do eSocial, os afastamentos de mais de três dias precisarão ser comunicados pelo sistema no mês vigente. “Tenho certeza de que esse tipo de divergência será o primeiro a surgir com a implementação do eSocial”, analisa Sgarbi.

A CServices vem orientando seus clientes na adequação das informações do SESMT para o eSocial. “Nosso sistema é capaz de lidar com o envio de dados relacionados à Segurança do Trabalho. Oferecemos esse serviço aos clientes que não contam com um setor próprio para isso ou que não tenham uma empresa terceirizada de SESMT”, diz Diego Rocha. “O importante, nesse caso, é que os departamentos de RH nos enviem as informações nos prazos corretos.”

Interessado? Entre em contato com a CServices e veja como podemos ajudar sua empresa na transição para o eSocial.

Publicado em: 13/04/2016